Arroz, pra mim, é risoto.
Feijão, é de corda.
A minha cerveja é a água
e o meu vinho tem a alma viva.
Que dança na minha boca a cada gole.
Quando olho pra frente me vejo.
Tudo que fica pra trás, esqueço.
Um beijo, um queijo, um queixo.....eu perco. Eu deixo.
domingo, 14 de dezembro de 2008
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