sexta-feira, 22 de outubro de 2010

(Ex)crava

Maldita é a mulher que não te prende
Que te solta e não sabe que você sempre volta

Que na vinda seu passos são leves como todas as lembranças
dos rodopios que dou no seu corpo, dos movimentos soltos...
De tudo que explode no sorriso exausto.

Que na ida pesa a cruz nas tuas costas
que te retalha em postas. Mas, no fundo, gostas.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Pedra na terra

Como se fosse tudo amarrado
Errado

Lembro sempre que não te esqueci
jurei que não te amo mais
Me anestesiei pra parar de te sentir

De repente ficou tudo amarrado
Parado

é quando se ouve o mais forte
uma escola de samba entrando na avenida...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Então vamos, porque agora é.

Ter que ser superficial é o que faz o corte ser mais profundo.
Lá. Dentro. Pulsante.
Como o sal que se joga no sangramento.

Ter que rir para o que te trava.
E fazer disso o que te impulsiona.

As vezes acredito que se permite viver isso quem quer saber o tamanho da alma.
Ou da paciência. Do medo, ou da falta dele.