Maldita é a mulher que não te prende
Que te solta e não sabe que você sempre volta
Que na vinda seu passos são leves como todas as lembranças
dos rodopios que dou no seu corpo, dos movimentos soltos...
De tudo que explode no sorriso exausto.
Que na ida pesa a cruz nas tuas costas
que te retalha em postas. Mas, no fundo, gostas.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
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