Essa gente que gosta de falar de amor e desenhar com
letras os sorrisos estampados pelos rostos nas ruas
Muitas vezes se esquece do ser profundo,
de olhar pra dentro e colocar pra fora o coração que bate
A minha vontade era poder segurá-lo na altura dos seus olhos
Para que você veja que ele bate diferente quando te encontro
Que é preciso segurá-lo forte quando você vem sorrindo
E que a batida some quando você me conta as suas tristezas
Acho que ele dorme quando você se vai.
Porque quando volta é que me lembro dele.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
16 de Setembro
Ela caminhava com a leveza de quem caminha em direção ao mar.
Os passos saiam feito pulos ou dança.
Era tudo tão leve que não haviam marcas na areia.
Percebendo isso, decidiu correr.
Ela não sabia que o tempo que era o senhor daquela leveza.
Quis ir contra ele. Fez um pacto secreto com o profundo.
Para tanta velocidade já não havia mais força
Então, a cada noite, ela roubava um pouco da vida de quem estava ao lado.
Apaixonado, ele entregava seu brilho como um suicida,
que transfere pro outro a sua razão de viver.
Revigorada, ela corria mais.
Já sem seu passos leves, era o coração quem pulava agora.
Sempre querendo sair pela boca. Batendo com a força de quem quer derrubar.
Sumiu no fim da paisagem.
Feito estrela que risca o céu e vai fugindo com seu brilho.
Os passos saiam feito pulos ou dança.
Era tudo tão leve que não haviam marcas na areia.
Percebendo isso, decidiu correr.
Ela não sabia que o tempo que era o senhor daquela leveza.
Quis ir contra ele. Fez um pacto secreto com o profundo.
Para tanta velocidade já não havia mais força
Então, a cada noite, ela roubava um pouco da vida de quem estava ao lado.
Apaixonado, ele entregava seu brilho como um suicida,
que transfere pro outro a sua razão de viver.
Revigorada, ela corria mais.
Já sem seu passos leves, era o coração quem pulava agora.
Sempre querendo sair pela boca. Batendo com a força de quem quer derrubar.
Sumiu no fim da paisagem.
Feito estrela que risca o céu e vai fugindo com seu brilho.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Cada um oferece o coração que tem
O meu samba assim marcava na cadência os seus passos.
O meu sonho se embalava no carinho dos seus braços.
É tanto amor pra pouca vida. E se há de ser amor, que seja um desses que crescem nas letras de Chico, Bethânia e Martin.
Que se aprimora na vivência dos casais da vida toda.
Que me faz feliz quando você vem. Que me fez perder a vontade de ir.
Não quero mais me perder, agora que te encontrei.
Que não seja um amor cor de rosa, que nunca viu um caminho dividido.
Um amor verdadeiro tem os seus desencontros, os buracos no caminho.
Mas mesmo assim segue em diante. Profundo e leve.
Que seja a lembrança boa de uma vida construída de abraços.
Tijolo por tijolo. Um em cima do outro, como nós.
O meu sonho se embalava no carinho dos seus braços.
É tanto amor pra pouca vida. E se há de ser amor, que seja um desses que crescem nas letras de Chico, Bethânia e Martin.
Que se aprimora na vivência dos casais da vida toda.
Que me faz feliz quando você vem. Que me fez perder a vontade de ir.
Não quero mais me perder, agora que te encontrei.
Que não seja um amor cor de rosa, que nunca viu um caminho dividido.
Um amor verdadeiro tem os seus desencontros, os buracos no caminho.
Mas mesmo assim segue em diante. Profundo e leve.
Que seja a lembrança boa de uma vida construída de abraços.
Tijolo por tijolo. Um em cima do outro, como nós.
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