Ter que ser superficial é o que faz o corte ser mais profundo.
Lá. Dentro. Pulsante.
Como o sal que se joga no sangramento.
Ter que rir para o que te trava.
E fazer disso o que te impulsiona.
As vezes acredito que se permite viver isso quem quer saber o tamanho da alma.
Ou da paciência. Do medo, ou da falta dele.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
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