Preciso parar de te ver.
No rosto de cada pessoa que mato. Que erro. Que fujo
Fujo porque te vejo.
Preciso para de te ver.
De sentir a sua mão grande e pesada no meu ombro.
Me puxando. Me chamando. Me manchando. Me machucando.
Preciso parar de te ver.
Mas como me despedir,
se despedir de você é dizer nunca mais a um pedaço de mim?
Meu erro foi ter visto tão de perto.
Quando vi que tanto de mim era seu.
Tentei arrancar e te machuquei.
Era meu! Era eu.... e eu te dei.
Em cada abraço, um pedaço.
Nos seus beijos todo o meu desejo.
Nos meus olhos, só a sua luz.
Só a sua luz. Só a sua.
Então corre e acena. Há tanto na cena.
sábado, 15 de agosto de 2009
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